• Cafuné à mesa

    A Pizza Cafuné tem 4 ingredientes que não posso negar

    Dos três pimentos, os que não consigo dispensar de todo na maior parte da comida são os pimentos vermelhos e amarelos. Os verdes ainda como, mas se puder escolher claramente vermelhos e amarelos.

    Cá em casa há dias de pizza, e há outros dias da pizza. Quando chega o dia da pizza, a pizza é feita em casa, vario algumas vezes os ingredientes, mas eis que 4 deles não podem faltar e são quase sempre os eleitos.

    Mas primeiro vamos à massa, basta ter uma massa de pizza comprada em qualquer supermercado, no entanto se quiserem optar por uma massa de pizza caseira, eis a receita:

    • 1 iogurte grego natural sem açúcar
    • a mesma medida de iogurte de farinha mas duas vezes
    • um pouco de sal

    Leva algum tempo a ficar uma massa consistente, mas fica! Aguardam 30 minutos e a seguir é só esticar.

    Quando tenho mais tempo gosto de fazer a polpa de tomate com tomates bem maduros, quando não há tempo um pacote de polpa de tomate de qualquer marca serve.

    E agora, vamos aos 4 ingredientes que tanto falo.

    • Azeitonas, adorooo! principalmente em pizza e massas, é tão bom.
    • Bacon
    • Pimentos
    • Queijo ralado mas muito ok?

    Fica tão bom!

    Verdade, não estou a mentir. No entanto ficam já a saber que apesar de ser 4 ingredientes que não consigo negar em pizzas a minha pizza favorita é com mel e queijo de cabra.

     

  • Cafuné à mesa

    Bolo bigode para o Dia do Pai e a prenda surpresa!

    Já vos queria ter divulgado esta receita como uma sugestão para o dia do Pai, mas assim o pai ficava logo a saber a prenda que iria receber no dia do Pai.

    É a segunda vez que o pai passa o dia do Pai com a nossa pequena, ainda assim este ano foi o primeiro ano do dia do Pai na creche, os dois tiveram atividades na creche ao final do dia.

    Para festejar este dia e torná-lo ainda mais mimoso, pensei num bolo em formato de bigode e nas minhas pesquisas descobri que é mais fácil do que parece.

    Optei por fazer um bolo de requeijão com cobertura de chocolate.

    Ingredientes para bolo:

    • 300g de requeijão
    • 150g de farinha
    • 250g de açúcar mascavado (uso sempre menos)
    • raspa de limão
    • 3 ovos
    • 4 colheres de sopa de leite
    • 1 colher de chá de fermento
    • 50g de margarina

    Ingredientes para cobertura:

    • 1 xícara de chocolate em pó
    • 1 colher de sopa de açúcar
    • 1 xícara de leite

    Começar por esmagar o requeijão numa tigela, juntar o açúcar, ovos, margarina e leite. Raspar limão e por fim adicionar a farinha e o fermento.

    Untar uma forma de bigode com margarina e farinha, e deitar o conteúdo. Mentira!!! Não há formas em formato de bigode aqui em casa, fiz numa forma circular tamanho médio.

    Entretanto colocar o forno em 200ºC e com um palito inspeccionar o conteúdo do bolo de 5 em 5 minutos (o palito tem de estar seco). Depois de feito deixar arrefecer e fazer magia. Outra mentira!!

    Não é difícil é bem mais simples do que parece, cortar em formato de S pelo meio, um dos lados mais gordo, virar depois uma das partes e desenhar o bigode num tabuleiro, tal como indico nas fotos.

    De seguida, em lume brando num tacho pequeno deitar o chocolate em pó, açúcar e o leite. Esperar até engrossar e cobrir o bigode.

    Decorar com confetis ou estrelitas o que quiserem 🙂

    O pai adorou, ainda assim, a nossa pequena gosta de nos surpreender e neste dia do Pai houve ainda uma prenda melhor. A Nair começou a andar, foi a melhor prenda de todas, tanto para o pai como para a mãe!

     

     

     

  • Cafuné à mesa

    3 ingredientes e um doce!

    3 ingredientes e um doce, é possível? Sim, é!

    Tinha um jantar entre amigos em casa, as entradas já estavam orientadas e o prato principal temperado!

    Entretanto faltava a sobremesa e pensei logo num doce fresco e bastante simples de fazer.

    • 6 limas
    • 1 lata de leite condensado
    • 2 pacotes de natas

    Então já sabem do que se trata? Claramente que é mousse de lima.

    Começar por despejar a lata de leite de condensado para dentro de uma tigela e misturar com 2 pacotes de nata. Por fim, espremer as 6 limas, bater tudo muito bem até engrossar!

     

    Simples, não é? Quem é amiga quem é?

    Boas colheradas!

  • Cafuné à mesa

    4 formas de comer abacate em família!

    O abacate tem muitos nutrientes benéficos para a nossa saúde, para além de ser ótimo para a nossa memória, hidrata a nossa pele e previne doenças cardíacas. E recentemente é um dos alimentos mais cobiçados da população portuguesa, principalmente a que se rege por uma alimentação fit.

    Desde os 10 meses que a Nair já provou e gostou muito. Esmaguei metade de uma abacate com metade de uma banana e soube-lhe muito bem. Fica com um aspeto muito cremoso.

    Outra forma que gosto de comer abacate é misturado em saladas! Adoro! Com o vinagre misturado dificilmente escurece.  Cortado aos cubos ou às fatias.

    Gosto de comer ao pequeno almoço em torradas com ovos mexidos. Torrar um pão, fazer ovos mexidos temperados em sal e pimenta, colocar por cima do pão, cortar o abacate em fatias por cima ou então esmagar e misturar com ovos mexidos.

    Outra opção mais ousada, é modo guacamole como acompanhamento mexicano de batatas fritas ou carnes grelhadas. Como fazer? Esmagar o abacate em cebola picada e tomate picado, misturar e temperar com sal, limão e pimenta.

    Estas receitas são mais fáceis de saborear no verão quando o abacate está mais maduro. No entanto arranja-se com facilidade durante o ano todo 🙂

    Bom apetite!

     

     

  • Cafuné à mesa

    Enroladinhos com borrego e bacon e couve lombarda

    Quem não gosta de borrego ponha a mão no ar. Acredita, quando acabares de ver  e experimentar esta receita, vais imediatamente colocar um like neste post e dizer maravilhas de BORREGO!

    Já fui fã de pezinhos de borrego, aquela receita gostosa bem calórica com molho de tomate feita pela minha avó, uma maravilha!!! Mas de tanto comer em pequena, fartei-me!

    Hoje, por causa da minha pequenita, e porque lhe faz bem experimentar coisas novas, decidi fazer um bocado de carne de borrego com massa. Entretanto como só preciso de pouca quantidade não sabia o que fazer com a restante carne de borrego triturada.

    Pois bem, lembrei-me de uma receita que estava há muito tempo dentro do baú e que poderia funcionar, só teria de ter os ingredientes certos:

    • 600g a 800g de carne de borrego triturada
    • pimenta
    • chalotas
    • sal
    • vinho branco
    • 8 folhas de couve lombarda
    • 150g de bacon FATIADO
    • muitos palitos

    Colocar água a ferver com um pouco de sal e azeite, deixar cozer as folhas de couve lombarda. Não deixar cozer demais, pois precisam de estar meio rijas para conseguir segurar a carne e o bacon em rolinhos.

    Retirar as folhas e depois começar a fazer o refogado de carne de borrego. Bastar cortar 2 a 3 chalotas para a frigideira e refogar com azeite. Deixar alourar e colocar a carne de borrego que ficou temperada em sal, pimenta e vinho branco dentro do frigorífico.

    Entretanto fritar as tiras de bacon e de seguida começar a obra de arte. Escolher a folha de couve, colocar o conteúdo do refogado e enrolar com bacon à volta e segurar com palitos.

     

     

    Quando terminar os enrolados refogar numa panela em vinho branco. Não é preciso muito, só para ficar um ligeiro molho.

    Para acompanhamento destes enroladitos, fica muito bem o sabor de puré de maçã. Cortei 3 maças grandes, deixei ferver em água até cobrir as maçãs, temperei com um pouco de sal e noz moscada.

     

    Por fim triturei e servi com os enroladitos.

    Ficou brutal, maravilhoso, esplêndido, soberbo e atenção não sou cozinheira nem chef, sou a flor de maracujá que adora cozinhar!

    Boas experiências e depois digam-me se gostam ou não de carne de borrego.

     

  • Cafuné à mesa

    Omelete verde de frango com salada de papaia e queijo feta

    Comida com muita cor é sinónimo de comida saudável pois quanto mais cor, mais vida!

    A receita de hoje leva um pouco mais de tempo a fazer, no entanto é super simples. No cafuné à mesa já é de esperar que tudo seja simples e saboroso!

    A dose é para duas pessoas, por isso comecemos pelos ingredientes da omelete verde de frango:

    • 4 ovos
    • espinafres
    • dois peitos de frango
    • salada mix
    • milho
    • 1/2 abacate
    • sal e pimenta q.b.

    Comecemos por temperar dois peitos de frango, retirar as gorduras, abrir fendas nos peitos e temperar a gosto com sal, pimenta e limão. Deixar em repouso por 30 a 40 minutos, quanto mais tempo melhor!

    Entretanto para acompanhar esta omelete, pensei em algo suculento e fresco. Lembrei-me de uma receita de uma ex-colega de trabalho, a Guidinha. Diz ela que viu algures, mas o que interessa é que memorizei a receita e decidi fazer.

    Ingredientes que vão precisar nada mais nada menos que:

    • 1 papaia
    • 1 pack de queijo feta
    • oregãos
    • 1 limão
    • 1 pouco de gengibre

    Numa tigela cortar o queijo feta em quadrados assim como a papaia, temperar com limão e  gengibre ralado, misturar tudo muito bem com o sumo do limão e por fim oregãos. Confesso que não tenho a certeza se a receita também tinha creme de vinagre balsâmico, não experimentei porque não tinha, mas acho que até deve conjugar muito bem! Deixar no frigorifico enquanto se faz as omeletes verdes de frango.

    Quanto aos peitos de frango grelhar muito bem e cortar em tiras. Cortar meio abacate às tiras e misturar com salada mix. Tinha milho e por isso também juntei.

    Mexer 2 ovos em cada tigela e triturar com umas folhas de espinafres, temperar com sal e pimenta e fazer a omelete. Por fim colocar dentro da omelete todo o conteúdo de tiras de frango, abacate, milho e salada mix.

    Servir com a salada de papaia e queijo feta e assim se faz um prato super colorido, saudável e saboroso!

    Bom aproveito!

  • Cafuné à mesa

    Receita da papa preferida da Nair

    A Nair tinha 6 meses quando começou as papas caseiras. Até fazer 1 ano fiz questão de levar as papas feitas para a creche, como são saudáveis e muito saborosas, fazia a receita duplicada, pois levava também para o meu trabalho.

    A minha pipoca ainda se alimenta com estas papas, e tem uma preferida, a papa de Farinha de Milho com maçã.

    A sua receita é muito simples e rápida:

    • 1 maçã ralada
    • 3 colheres de sopa de semola de milho
    • 200ml de água
    • 1 pau de canela ou 1 colher de chá de canela
    • 1 raspa de limão

     

     

    Deixar ferver até engrossar ou começar a ter grumos, retirar o pau de canela e a raspa de limão e triturar para os bebés entre os 4 meses a 6 meses, depois dos 6 meses a maçã ralada ajuda a desenvolver a dentição.
    Pode servir com água ou também misturar ainda leite materno ou de fórmula.

     

     

  • Cafuné à mesa

    A caponata de beringela – uma entrada ou petisco de tradição italiana

    Ontem não estava com muita paciência para cozinhar, era daqueles dias que uma torrada e chá chegava.
    No entanto, o meu marido ia jogar à bola e obviamente precisava de uma comida mais equilibrada e saudável.
    Cheguei a casa e faltava poucos minutos para ir buscar a Nair. Lembrei-me de fazer a caponata de beringela e tornar esta receita um mistério nos instastories. Ninguém sabia, mas no entanto acharam que tinha bom aspecto.

     

    A caponata de beringela é uma receita italiana que serve de entrada ou acompanhamento, ou até mesmo um petisco servido com pão sabe muito bem.

    Os ingredientes são simples e a receita muito rápida. Portanto precisamos de:

    1 beringela
    1 pimento vermelho
    1 pimento amarelo
    1 cebola
    2 tiras de aipo (como não havia experimentei com alho francês e ficou ótimo)
    uvas passas
    azeitonas
    azeite
    sal
    pimenta
    vinagre
    1 pouco de açúcar

    Cortar a beringela aos cubos misturar com os pimentos aos bocados e a cebola às rodelas. Colocar tudo para uma travessa, temperar com sal, azeite, vinagre, pimenta e um pouco de açúcar.

    Ir ao forno a 180ºC entre 20 minutos a 30 minutos.
    Voilá, pronto a ser servido.

    Optei por servir como petisco com pão e ainda fiz miolo de camarão com espinafres e molho de soja.
    O marido ficou feliz e eu mais feliz fiquei!

    Bom aproveito! 🙂

  • Cafuné à mesa

    Há ramen no alentejo!

    Arigato é obrigado em Japonês. Sei isso e também sei que há uma sopa japonesa muito apreciada no Japão, e que tem suscitado curiosidade em Portugal. Em Lisboa, pelo menos, sei de três restaurantes que servem esta sopa.
    Pode ser ramen de vaca, de frango, de legumes, aliás podem ser criativos desde que a base seja sempre a mesma. Mas para hoje escolhi ramen de frango.

    Achei que dificilmente conseguiria arranjar todos os ingredientes por estas bandas alentejanas, eis que fui ao supermercado aqui da vila e encontrei tudo.

    Ingredientes:

    • 2 peitos de frango
    •  Manteiga
    •  Óleo de Sésamo
    • 2 colheres de chá de gengibre
    • 3 colheres de chá de alho picado
    • Molho de soja
    •  Caldo de galinha ou de legumes
    • Cogumelos Shiitake
    • 2 ovos
    • Cebolinho
    • Noodles

    Por onde começamos?

    Primeiro, temperamos o frango com sal e pimenta. Derretems um pouco de manteiga numa frigideira e colocamos os peitos de frango. Quando estiver com uma cor apetitosa, pré-aquecemos a 190ºC o forno, e durante uns 20 minutos colocamos os peitos de frango.

    A seguir, numa panela juntamos óleo de sésamo, alho e gengibre por um bocado, acrescentamos o molho de soja e ao fim de um a dois minutos colocamos 250ml de caldo de galinha ou de legumes.
    Assim que começar a ferver, colocamos o caldo em lume brando, e acrescentamos os cogumelos Shiitake temperados a sal.

    Obviamente que o ramen tem de ter ovo cozido com aquela cremosa gema a sair e com vontade de molhar o pão. Como fazer? Enchemos uma panela de água e deixamos ferver, colocamos os ovos com cuidado e esperamos 7 minutos, nem mais nem menos.

    Depois aguardamos uns minutos em água bem fria os ovos antes de os descascar.
    Antes de finalizar o ramen, cozemos então os noodles, que em 2 a 3 minutos ficam logo feitos.
    Escorremos colocamos numa taça funda. Juntamos o caldo, o frango cortado em pedaços, o cebolinho e os ovos cortados ao meio.

     

    E pronto a provar!

    Simples, económico e ótimo.

    Partilhem as vossas experiências.

  • Cafuné à mesa

    O que não pode faltar numa mesa alentejana?

     

    “Mesa sem pão é mesa de vilão” , e na mesa aqui de casa não pode mesmo faltar, se não sou imediatamente rotulada de vilã.  Tanto o Feijão como o Pudim adoram.

    Durante os anos que vivi na cidade de Lisboa, descobri uma grande variedade de pão mas raramente o alentejano. No entanto, nada melhor que o nosso pão fresco alentejano, é ou não é verdade?

    Confesso que os pães com cor vermelha e verde, suscitaram curiosidade no início, mas achei que não tinha um sabor diferente assim que provei, e foram pães que ainda não surgiram para estes lados.

    São mais saudáveis por ser mais vegetais na constituição da sua massa.

    Durante anos fiquei fã do pão de centeio, aquela sandes com o contraste do pão escuro com queijo fresco era uma tentação para mim.

    Hoje em dia são pães que surgem nos hipermercados com frequência. Por aqui, ao final do dia durante a semana e durante a manhã e aos fim de semanas há uma carrinha que percorre as ruas de vila a vender pão de cabeça alentejano.

    Outras pessoas optam por ir às pastelarias da Vila e comprar o pão alentejano fatiado pronto a ser devorado em torradas ou sandes de linguiça assada.

    Para mim, o dito pão alentejano, é exatamente o pão de cabeça e não tem preceito a cortar, lembro-me de ver a minha avó com a faca encostada ao pão e o pão encostado a ela e de alguma forma ela conseguia cortar uma fatia desfigurada. Mas era o melhor pão que comia!

    Acompanhava sempre com queijo de cabra e uma fatia de melancia (Acreditem, experimentem e depois digam se não é bom).

    Belos tempos, hoje dou por mim a comer o mesmo tipo de pão já fatiado com doce de abóbora e nozes caseiro feito pela minha mãe. Já a minha filhota come só o pão sem doce, por enquanto 🙂

    Há coisas que não mudam, por mais geração que se suceda. Nem que seja nos hábitos e costumes que não está necessariamente nos genes.

    E para vocês o que não pode faltar na mesa?